Chorimas que choram
com picada de naja,
endiadradas estrelas,
doce besta sabática.
Pedras grises que lambem
com mágoa venenosa
a tua pele morna
de menina Medusa.
Beiços de talco cantam
no mar do teu despreço,
fazem a Figa
pró teu olhar em pingue-pongue.
Os pés frios espreitam
o vinho da tua ausência;
após de ti,
do teu vulcám em primavera.
miércoles, 11 de noviembre de 2009
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